sexta-feira, 12 de junho de 2009

Já que estamos coletando da internet, hoje estou meio sem inspiração e minha amada reclama minha atenção, afinal é dia dos namorados, vou "colar" outro texto que achei incrível e que é de um homem que foi um dos grandes empreendedores de nosso país.

OS SETE MANDAMENTOS DE ROLIM AMARO

Rolim Amaro, fundador da TAM, resumiu sua filosofia de negócios em 7 mandamentos:

1º) É preciso, de forma permanente e incansável, buscar o lucro, é algo a ser perseguido com todas as forças. Produto do trabalho, o lucro é legítimo. Permite distribuir resultados e praticar a cidadania, uma forma de retribuir o prestígio recebido da sociedade.

2º) Em busca do ótimo não se faz o bom. Nenhum manual ensina a lidar com o público. Ensina dizer bom dia, boa tarde, mas não ensina o algo mais. As pessoas não se dão conta do alcance e do sentido de tratar o cliente bem.

3º) A empresa lucrativa presta serviços com mais segurança. As pessoas escolhem a companhia aérea mais lucrativa com base no seguinte pressuposto: essa empresa não precisa economizar na manutenção do avião, revela pesquisa nos EUA.

4º) Estabelecer vínculos indestrutíveis com o cliente. A certeza de um tratamento especial, base de uma relação emocional. Transformar um problema negativo em alguma coisa positiva (convidar o cliente para tomar um café).

5º) Todos têm de agir como o chefe, o diretor ou o presidente. Nós temos de estimular a capacidade de iniciativa ao funcionário e dar prêmio quando ele age dessa maneira. Na TAM, uma telefonista fretou um jatinho para entregar a encomenda de um cliente. Ela justificou: "Se o senhor estivesse aqui, o que o senhor faria ? Claro que mandaria o jatinho."

6º) Tudo pode ser feito ainda melhor. É preciso ter humildade para aprender com clientes. Quanto mais atendemos às pessoas, mais recebemos ajuda através de sugestões.

7º) É preciso concentrar-se no nosso negócio. Zele pelo seu negócio, até porque pode aparecer um concorrente com preço melhor. "Pessoas e empresas vivem de exemplo, e um exemplo vale mais que 1 milhão palavras. Quando abaixo para pegar um papel no tapete, quando levo a mala do cliente, o que vocês acham que acontece na minha equipe?", concluiu o comandante Rolim, o qual falou sobre estes mandamentos em palestra realizada em dezembro de 1995, em São Paulo (SP).

A TAM ganhou inúmeros prêmios por satisfação do cliente, "marketing" e outros assemelhados. De 10 pessoas entrevistadas à época, todas as 10 viajariam pela TAM outra vez, revelou pesquisa realizada em 178 países, conferidora do prêmio da "Air Transport World" à TAM, na qualidade de melhor empresa de aviação comercial do mundo.

Vamos aprender.


O texto abaixo, reproduzo, pois na minha opinião reflete uma realidade cada vez mais constante. Temos de muda-la.


OS SETE HÁBITOS DOS PIORES EXECUTIVOS DO MUNDO (COMO QUEBRAR UMA EMPRESA)

Há sete hábitos caracterizadores das pessoas excepcionalmente malsucedidas, segundo Sydney Finkelstein, professor de administração, autor de “Why Smart Executives Fail”, (Exame, São Paulo, n. 798, 06 ago. 2003, p.45). Praticamente todos os líderes responsáveis pelos mais terríveis fracassos corporativos apresentam, no mínimo, quatro ou cinco desses hábitos. Cada um desses hábitos, no entanto, é curiosamente uma qualidade admirada no mundo dos negócios.

A maior parte dos grandes destruidores de valor são pessoas de inteligência e talento fora do comum. São pessoas irradiadoras de magnetismo pessoal e fonte de inspiração para os outros.

São os sete hábitos dos executivos mais malsucedidos no mundo dos negócios:

1) Vêem-se a si mesmos e a empresa como protagonistas de seu segmento: os executivos com ilusão de superioridade acham-se insuperáveis, superestimam a extensão dos eventos efetivamente sob seu controle e subestimam tremendamente o papel do acaso e das circunstâncias no sucesso alcançado; agem como se os clientes da empresa fossem os grandes felizardos.

2) Identificam-se completamente com a empresa e não vêem nenhuma fronteira entre seus interesses pessoais e os dela: usam a empresa para a realização de suas ambições pessoais; tendência de recorrer ao dinheiro da empresa para fins de ordem pessoal, mesmo extravagâncias. Dennis Kozlowski, da Tyco, parecia tão sincero quando discursava sobre ética, embora usasse o dinheiro da empresa para fins pessoais. A Tyco perdeu 90% de seu valor de mercado em menos de um ano.

3) Acham ter respostas para tudo: arrogância; julgando-se detentores de todas as respostas, deixam de aprender novas respostas; decidem rapidamente, sem tempo para avaliar todas as implicações.

4) Eliminam impiedosamente quem não os apóie integralmente: ao eliminar todos os pontos de vista contrários e discordantes, perde-se a melhor oportunidade possível de detecção e correção de problemas à medida de seu surgimento.

5) São porta-vozes por excelência, obcecados pela imagem da empresa: deixam-se consumir por suas campanhas de relações públicas e esquecem-se de grande parte das operações diárias da empresa.

6) Subestimam os obstáculos: fascinados pelo desejo de conquista, acabam sem avaliar as dificuldades; quando os obstáculos ficam claros, não reavaliam o curso de ação.

7) Teimam em confiar em modelos bem sucedidos no passado: aceleram a derrocada da empresa ao lançar mão de processos considerados testados e aprovados em experiência anterior; insistem em fornecer um produto para um mercado sem mais viabilidade ou deixam de levar em conta as inovações não conhecidas no curso do sucesso da empresa.

Os líderes bem-sucedidos tentam moldar o futuro porque sabem não ser possível dominar o seu segmento o tempo todo.

Então vamos segui-los.


segunda-feira, 8 de junho de 2009

Capitalismo

CAPITALISMO IDEAL:
Você Tem duas vacas.
Vende uma e compra um touro.
Eles se multiplicam, e a economia cresce.
Você vende o rebanho e aposenta-se, Rico! (Parece Fácil)

CAPITALISMO AMERICANO:
Você tem duas vacas.
Vende uma e força a outra a produzir leite de Quatro vacas.
Fica surpreso quando ela morre.

CAPITALISMO JAPONÊS:

Você tem duas vacas.
Redesenha-as para que tenham um décimo do tamanho de uma vaca normal e produzam 20 vezes mais leite.
Depois cria desenhinhos de vacas chamados Vaquimon e os vende para o mundo inteiro.

CAPITALISMO BRITÂNICO:

Você tem duas vacas.
As duas são loucas.

CAPITALISMO HOLANDÊS:

Você tem duas vacas.
Elas vivem juntas, não gostam de touros e tudo bem.

CAPITALISMO ALEMÃO:

Você tem duas vacas.
Elas produzem leite regularmente, segundo padrões de quantidade e horário previamente estabelecido, de forma precisa e lucrativa.
Mas oque você queria mesmo era criar porcos.

CAPITALISMO RUSSO:
Você tem duas vacas.
Conta-as e vê que tem cinco.
Conta de novo e vê que tem 42.
Conta de novo e vê que tem 12 vacas.
Você para de contar e abre outra garrafa de Vodka.

CAPITALISMO PORTUGUÊS:

Você tem duas vacas.
E reclama porque seu rebanho não cresce…

CAPITALISMO ITALIANO:

Você tem duas vacas.
Uma é sua esposa e a outra é sua sogra. (kkkkkkkkkkk)
Porca miséria!

CAPITALISMO HINDU:

Você tem duas vacas.
"E Ai de quem tocar nelas."

CAPITALISMO ARGENTINO:

Você tem duas vacas.
Você se esforça para ensinar as vacas mugirem em inglês…As vacas morrem.
Você entrega a carne delas para o churrasco de fim de ano do FMI.

CAPITALISMO BRASILEIRO:
Você tem duas vacas.
Uma delas é roubada.
A Outra Você teve que Dar ao Fiscal do Imposto de Renda, para não cair na "Malha Fina"